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Insegurança

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 Insegurança

 

          O medo acompanha o ser humano desde de muito cedo, trazendo-lhes algumas inseguranças. O feto pode experimentar sensações bem parecidas com o medo que sentimos, pois, apesar de não ter conexão direta com o sistema nervoso da mãe, se ela sentir emoções como ira, medo e ansiedade, seu sistema nervoso autonômo liberará certas substâncias químicas na corrente sanguínea, alterando a composição do sangue, que, transpondo a barreira placentária, poderá modificar a bioquímica do ambiente intra-uterino onde está se desenvolvendo o feto. Essa transformação provoca nele um estado de alarme que se manifesta por aumento ou diminuição dos batimentos cardíacos ou diminuição da atividade motora, podendo chegar à imobilidade.

      

          Medo de separação da mãe:

          A mãe é sempre muito valorizada. é comum que crianças ainda pequenas tendam a exigir a sua presença em seu campo de visão. Andam pela casa atrás dela e mesmo quando estão assistindo à televisão precisam, de tempos em tempos, ver onde a mãe está ou ouvir sua voz.

        Como nessa faixa etária as crianças ainda precisam da supervisão de um adulto em tempo integral, esse momentos de separção costumam ser pouco frequentes e duradouros. À medida que o pequeno cresce, a tendência é que essas ocasiões se repitam muitas vezes ao longo do dia, tornando-se cada vez mais longas.

         Medo de água e de altura:

         Algumas crianças têm verdadeiro pavor de água. Nesses casos, o banho pode ser um tormento tanto para ela quanto para os adultos. Banhos de piscina e mar também estão na lista de atividades que amedontam. Já na piscina e no mar não necessariamente fazem parte do dia-a dia da criança. É possível fazer que ela se acostume de forma gradual a essas situações. Paciência é o segredo do sucesso.

      Outro medo comum é o de altura que, contudo a insegurança pode fazer que seu filho perca momentos prazeirosos, como brincar de escoregador ou andar de roda-gigante.

      Medo da escolinha:

      As crianças de hoje começam a freqüentar a escola cada vez mais cedo. Mesmo assim, o primeiro dia pode ser muito traumático. Algumas crianças se recusam a se separar de suas mães. São bastante comuns as cenas de choro e gritaria nos primeiros dias de aula. Algumas agarram-se ao adulto como se estivessem na iminência de perdê-las.

        É difícil para a criança entender que a ausência de sua mãe é temporária. As memores não têm uma noção de tempo muito clara: minutos, horas e dias se confundem. Precisam se acostumar com os professores e a presença de outras crianças.

 

       Medo de cachorro:

       O medo de animais como cachorro, gato e galinha, é bastante comum e provoca grande confusão na cabeça das crianças. Aqui vale uma ressalva, pois geralmente essa insegurança é estimulada pelos pais que dizem: "Não mexa com esse cachorro, pois ele é bravo e pode morder você". Essa postura pode fazer que a criança se recuse até a andar na rua, apresentando verdadeiro pavor pelo bicho.

      Se tratando de animais, é saudável que as crianças aprendam a diferenciar as situações e os próprios animais, identificando aqueles que não representam perigo.  

 

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